Selecionei algumas matérias publicadas hoje, de grande impacto em nossas vidas. Uma mais interessante que a outra!
Com comentários semi-ocultos. Pouse o mouse sobre o print para ver.
Manuil, jogador do Vila Velha de basquete, agrediu o armador Duda com uma cotovelada. Arrancou sangue do companheiro de esporte e rival na quadra e despertou a indignação do narrador, e a minha também.
Como pode uma pessoa querer fazer justiça com as próprias mãos em pleno jogo? O juiz serve pra quê?
Ok, concordo que cabeça quente, pressão, nervosismo e todas as outras emoções podem não ter um controle absoluto, e que a emoção falou mais alto que a razão. Mas e agora? Qual será a punição pelo nocaute?
Bom, o mengão acabou vencendo o jogo com o placar de 100 a 79, e o vídeo da agressão você confere aqui.
Aêêêêê tô de volta amiguinhos, desculpe ficar quase 2 semanas foras, vou explicar o que houve…
Fui para a Campus Party (é, vocês já devem tá cansado disso) e fiquei sem computador dahora, no penúltimo dia peguei a SENHORA gripe dizem que tinha trojan na barraca cheguei em casa semi-morto e só consegui sair da cama hoje… Pasmem, estou vivo!
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“Cynomys Gunnisoni” é o nome científico do animal com linguagem super evoluída, segundo pesquisadores norte-americanos.
O “cão-da-pradaria-de-cauda-curta” pertence à família dos esquilos e é encontrado no Arizona, Novo México e Colorado. No mundo animal, competem com coelhos, cobras, tarântulas, corujas, texugos e raposas, que entram diversas vezes em suas tocas, colocando em risco toda a colônia e a cidade que eles constroem em baixo da terra.
O estudo não é conclusivo, mas se confirmado, o Cynomys Gunnisoni teria uma linguagem mais evoluída que a dos golfinhos e macacos.
Há 30 anos são realizado estudos com esta espécie, e a equipe do cientista Con Slobodchikoff acredita que os cães-da-pradaria incluem informações das características do predador ao variar a modulação do chamado e a harmonia do latido.